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American Horror Story | Ranking da pior para a melhor temporada

Com mais de uma década de história, American Horror Story já conta com 12 temporadas completas e se prepara para ganhar uma nova fase. Intitulada “13”, a 13ª temporada tem estreia marcada para 24 de setembro e promete trazer de volta nomes importantes da franquia, como Sarah Paulson, Evan Peters, Jessica Lange e Kathy Bates.

Com a nova temporada se aproximando, este é um bom momento para revisitar a trajetória da antologia criada por Ryan Murphy. Ao longo dos anos, a série passou por cenários e propostas completamente diferentes, da casa assombrada de “Murder House” ao perturbador manicômio de “Asylum”, passando pelo acampamento de “1984”, pelo terror urbano de “NYC” e pelo suspense psicológico de “Delicate”.




Mas quais temporadas realmente se destacam? E quais ficaram abaixo das expectativas? A seguir, você confere nosso ranking das temporadas de American Horror Story, da pior à melhor, levando em consideração a história, os personagens, as atuações, a atmosfera e o impacto de cada fase da produção.

12. Delicate

American Horror Story: Delicate, décima segunda temporada sobre gravidez e forças sobrenaturais
American Horror Story: Delicate aposta no terror psicológico ao acompanhar uma atriz que começa a suspeitar de uma conspiração durante a gravidez.

Pela primeira vez, American Horror Story adapta diretamente uma obra literária. Baseada no romance Delicate Condition, de Danielle Valentine, a décima segunda temporada troca parte do exagero sobrenatural característico da franquia por um thriller psicológico sobre gravidez, com claras referências a clássicos como O Bebê de Rosemary.

A temporada chamou atenção pelo elenco liderado por Emma Roberts e pela estreia de Kim Kardashian na série, mas acabou dividindo opiniões. O ritmo mais lento, a narrativa irregular e uma mitologia menos elaborada do que a apresentada em temporadas anteriores fazem de “Delicate” uma das fases mais frágeis da franquia.

Emma Roberts entrega uma atuação dedicada como protagonista e sustenta boa parte da carga emocional da temporada, especialmente à medida que sua personagem começa a questionar o que realmente está acontecendo durante a gravidez.

Sinopse

Anna Victoria Alcott (Emma Roberts) é uma atriz em ascensão que vive um momento importante na carreira após o sucesso de seu último filme. Ao lado do marido, Dex (Matt Czuchry), ela decide tentar engravidar e realizar o sonho de formar uma família.

À medida que a gravidez avança, porém, Anna começa a perceber acontecimentos cada vez mais estranhos ao seu redor. A atriz passa a acreditar que alguém está tentando interferir em sua gestação e começa a desconfiar das pessoas mais próximas.

Entre as figuras que despertam sua desconfiança está Siobhan Corbyn (Kim Kardashian), sua poderosa empresária. Enquanto tenta compreender o que está acontecendo, Anna se vê envolvida em uma trama de manipulação, paranoia e forças sinistras que ameaçam sua maternidade.

11. Double Feature (2021)

American Horror Story: Double Feature, décima temporada dividida entre Red Tide e Death Valley
American Horror Story: Double Feature divide sua décima temporada em duas histórias de terror, Red Tide e Death Valley.

A décima temporada de American Horror Story aposta em um formato inédito para a franquia: duas histórias completamente diferentes divididas na mesma temporada. “Red Tide” e “Death Valley” apresentam personagens, cenários e propostas distintas, explorando respectivamente o horror envolvendo criaturas sobrenaturais e uma conspiração extraterrestre.

A primeira parte, “Red Tide”, ambientada em uma cidade litorânea de Massachusetts, apresenta uma atmosfera sombria e uma narrativa centrada em ambição, criatividade e vampirismo. Já “Death Valley” muda completamente de direção ao explorar uma conspiração envolvendo extraterrestres e acontecimentos relacionados ao governo dos Estados Unidos.

A divisão de “Double Feature” entre duas histórias tão diferentes acabou gerando resultados desiguais. Enquanto “Red Tide” se destaca pelo clima de suspense e pelas atuações, “Death Valley” apresenta uma narrativa mais curta e menos desenvolvida, deixando a impressão de que sua história poderia ter sido melhor explorada.

A primeira metade da temporada, “Red Tide”, é o principal destaque, especialmente pelas atuações de Sarah Paulson e Frances Conroy, que interpretam personagens marcantes dentro da trama.

Sinopse

Em Provincetown, Massachusetts, o escritor Harry Gardner (Finn Wittrock) se muda temporariamente para a cidade com a esposa grávida, Doris (Lily Rabe), e a filha do casal. A intenção é encontrar inspiração para superar um bloqueio criativo e concluir seu trabalho.

No entanto, a família começa a descobrir que Provincetown esconde segredos sombrios. Harry entra em contato com uma misteriosa substância capaz de potencializar a criatividade, mas que cobra um preço terrível de quem a utiliza. A situação rapidamente coloca a família em perigo.

Na segunda metade da temporada, intitulada “Death Valley”, a história muda de cenário e acompanha um grupo de jovens que acaba envolvido em uma conspiração relacionada a extraterrestres. A narrativa também apresenta acontecimentos ligados ao governo norte-americano e a experimentos secretos que atravessam diferentes períodos da história.

10. NYC (2022)

American Horror Story: NYC, décima primeira temporada ambientada na Nova York dos anos 1980
American Horror Story: NYC abandona parte do exagero tradicional da franquia para abordar uma história ambientada em Nova York nos anos 1980.

A décima primeira temporada de American Horror Story surpreende pela mudança de tom. Em vez do horror mais exagerado e da estética pulp característica de outras fases da franquia, “NYC” aposta em uma abordagem mais séria ao retratar a comunidade LGBTQIA+ de Nova York no início dos anos 1980, em meio à chegada da epidemia de AIDS e a uma série de assassinatos.

A temporada combina acontecimentos históricos com uma trama de suspense envolvendo um assassino que tem como alvo homens gays na cidade. O resultado é uma das histórias mais políticas e socialmente engajadas de American Horror Story, embora o ritmo mais lento e a divisão da narrativa entre diferentes núcleos possam comprometer a experiência em alguns momentos.

As atuações de Russell Tovey e Joe Mantello são alguns dos principais destaques da temporada. A produção também merece atenção pela maneira corajosa de abordar um período marcado pelo medo, pelo preconceito e pela crise de saúde que atingiu a comunidade gay nos Estados Unidos.

Sinopse

Em Nova York, no início dos anos 1980, uma série de desaparecimentos e assassinatos brutais começa a atingir homens da comunidade gay. Ao mesmo tempo, médicos e pesquisadores percebem o surgimento de uma nova doença que rapidamente começa a se espalhar.

A história acompanha o jornalista Gino Barelli (Joe Mantello) e o detetive Patrick Read (Russell Tovey), que vivem um relacionamento em uma época marcada pelo preconceito e pela necessidade de esconder a vida pessoal. Enquanto Gino investiga os crimes, Patrick tenta solucionar os desaparecimentos e compreender a ameaça que se espalha pela cidade.

À medida que os assassinatos aumentam e o medo toma conta da comunidade, os dois precisam enfrentar não apenas o misterioso assassino, mas também uma crise que mudaria profundamente a história da comunidade LGBTQIA+.

9. Coven (2013)

American Horror Story: Coven, terceira temporada centrada em um clã de bruxas
American Horror Story: Coven explora a mitologia das bruxas de Salem em uma temporada ambientada em Nova Orleans.

As expectativas para “Coven” eram altas, afinal, American Horror Story já havia conquistado os fãs de terror com suas duas primeiras temporadas. No entanto, apesar de apostar na mitologia das bruxas, um dos temas mais tradicionais do gênero, a terceira temporada acaba ficando abaixo das anteriores.

A trama acompanha um clã de bruxas em New Orleans e explora elementos como poder, rivalidade, imortalidade e perseguição. Para alguns espectadores, porém, a temporada perde parte de seu potencial ao dar espaço a conflitos amorosos e relacionamentos que destoam da atmosfera mais sombria estabelecida nas primeiras fases da série.

A química entre o elenco é um dos pontos fortes de “Coven”, com destaque para as atuações de Jessica Lange e Sarah Paulson. A dinâmica entre as personagens também contribui para os momentos mais marcantes da temporada.

Sinopse

Descendentes das mulheres perseguidas durante os julgamentos das bruxas de Salem, no século XVII, enfrentam uma nova ameaça séculos depois. Em New Orleans, uma escola especial reúne jovens bruxas e ensina técnicas de defesa enquanto o grupo tenta compreender uma série de acontecimentos misteriosos.

Entre as novas integrantes está Zoe Benson (Taissa Farmiga), uma jovem que descobre possuir poderes e guarda um segredo relacionado à sua família. Ao mesmo tempo, Fiona Goode (Jessica Lange), a poderosa Suprema do clã, retorna a New Orleans para proteger as bruxas e garantir sua própria permanência no poder.

8. Apocalypse (2018)

American Horror Story: Apocalypse, oitava temporada com retorno de personagens de Murder House e Coven
American Horror Story: Apocalypse combina o cenário de um mundo devastado por uma explosão nuclear com personagens de temporadas anteriores.

American Horror Story: Apocalypse funciona como um crossover entre “Murder House”, primeira temporada, e “Coven”, terceira temporada. A oitava temporada resgata personagens e elementos importantes das histórias anteriores, criando conexões que agradaram especialmente aos fãs que acompanham a mitologia da série desde o início.

O retorno de personagens conhecidos é um dos principais atrativos de “Apocalypse”. Embora a temporada tenha momentos de destaque e amplie a mitologia de American Horror Story, sua narrativa apresenta algumas oscilações e não mantém o mesmo nível de consistência de outras fases da antologia.

Sinopse

Após uma explosão nuclear devastar grande parte do mundo, os sobreviventes enfrentam um cenário pós-apocalíptico. Em meio ao caos, um abrigo subterrâneo conhecido como Posto 3 é criado para proteger pessoas selecionadas por suas características genéticas.

O local é comandado por Wilhemina Venable (Sarah Paulson) e Miriam Mead (Kathy Bates), que impõem regras rígidas aos moradores e submetem aqueles que vivem no abrigo a uma rotina marcada por controle, punições e tortura.

Enquanto os sobreviventes tentam compreender o que aconteceu com o mundo exterior, acontecimentos sobrenaturais começam a revelar que o apocalipse pode esconder uma ameaça ainda maior.

7. Hotel (2015)

American Horror Story: Hotel, quinta temporada ambientada no Hotel Cortez
American Horror Story: Hotel leva a antologia para o Hotel Cortez, cenário de uma investigação envolvendo uma série de assassinatos.

“Hotel” marcou a primeira temporada de American Horror Story sem a presença de Jessica Lange no elenco principal. Para ocupar esse espaço, a produção escalou a atriz e cantora Lady Gaga como uma das protagonistas, interpretando a enigmática Condessa Elizabeth.

A temporada aposta em uma atmosfera mais sombria e explora elementos como vampirismo, violência, sexo e imortalidade dentro do misterioso Hotel Cortez. Apesar da ambientação e da mitologia envolvendo seus personagens, a trama principal perde força em alguns momentos ao investir em um triângulo amoroso que não alcança o mesmo impacto de outras histórias da temporada.

Os personagens secundários são um dos grandes destaques de “Hotel”, especialmente os interpretados por Denis O’Hare, Kathy Bates e Sarah Paulson. Seus arcos ajudam a ampliar a mitologia do Hotel Cortez e estão entre os elementos mais interessantes da temporada.

Sinopse

O detetive John Lowe (Wes Bentley) chega ao Hotel Cortez com a missão de investigar uma série de assassinatos brutais relacionados ao local. Enquanto tenta descobrir quem está por trás dos crimes, ele se vê cada vez mais envolvido pelos segredos e acontecimentos sobrenaturais que cercam o hotel.

A proprietária do imóvel é a poderosa Condessa Elizabeth (Lady Gaga), uma mulher obcecada por arte, moda, beleza e sangue. Ao lado de seus aliados, ela mantém uma existência marcada pela violência e pela busca incessante por juventude e imortalidade.

6. Cult

American Horror Story: Cult, sétima temporada sobre fanatismo e manipulação política
American Horror Story: Cult utiliza o cenário político dos Estados Unidos para construir uma trama marcada por medo, manipulação e fanatismo.

Na sétima temporada de American Horror Story, “Cult” utiliza a corrida eleitoral dos Estados Unidos em 2016 como pano de fundo para explorar temas como medo, manipulação, fanatismo e radicalização. A temporada também apresenta uma atmosfera de seita e utiliza personagens inspirados em figuras e acontecimentos da vida real para construir sua narrativa.

O elenco é novamente um dos grandes destaques da temporada, com atuações marcantes de Sarah Paulson e Evan Peters. As reviravoltas também contribuem para manter a tensão ao longo da história.

Sinopse

Ally Mayfair-Richards (Sarah Paulson) e Ivy Mayfair-Richards (Alison Pill) são um casal que vive com o filho e administra um restaurante. Após a eleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, Ally passa a enfrentar novamente algumas de suas antigas fobias, enquanto o cenário político e social ao seu redor se torna cada vez mais instável.

A situação se intensifica com a chegada do perturbador Kai Anderson (Evan Peters), que começa a conquistar seguidores e a exercer influência sobre pessoas da comunidade. Ao lado de sua irmã, Winter Anderson (Billie Lourd), Kai desenvolve um movimento baseado em medo, manipulação e fanatismo, envolvendo também os vizinhos Harrison Wilton (Billy Eichner) e Meadow Wilton (Leslie Grossman).

À medida que o grupo ganha força, Ally se vê cada vez mais envolvida em uma sequência de acontecimentos violentos e perturbadores, enquanto precisa enfrentar seus próprios medos e descobrir até onde os seguidores de Kai estão dispostos a chegar.

5. Freak Show (2014)

American Horror Story: Freak Show, quarta temporada ambientada em um circo de aberrações
American Horror Story: Freak Show acompanha uma trupe de artistas em uma pequena cidade da Flórida durante os anos 1950.

Ambientada em torno de um espetáculo de aberrações, a quarta temporada de American Horror Story aborda temas como discriminação, preconceito e as diferenças entre as pessoas. Embora seja considerada uma das temporadas menos assustadoras da série, “Freak Show” se destaca pelo forte componente dramático e emocional, equilibrando momentos de horror com histórias marcantes de seus personagens.

Com personagens carismáticos e atuações de destaque, “Freak Show” também amplia a história de Pepper (Naomi Grossman), uma das personagens mais queridas da série, estabelecendo uma conexão importante com outras temporadas de American Horror Story.

Sinopse

Em Jupiter, na Flórida, em 1952, uma trupe de circo incomum chega à pequena cidade em busca de novas oportunidades. Liderado por Elsa Mars (Jessica Lange), o grupo reúne pessoas com características físicas consideradas diferentes pela sociedade da época.

Enquanto a trupe tenta manter o espetáculo funcionando e conquistar o público, uma presença obscura começa a ameaçar a vida dos moradores da região. Ao mesmo tempo, os integrantes do circo precisam lidar com o preconceito, a exploração e os conflitos internos que cercam suas próprias histórias.

4. 1984

American Horror Story: 1984, nona temporada inspirada nos clássicos slasher dos anos 1980
American Horror Story: 1984 resgata a estética dos filmes slasher dos anos 1980 ao levar um grupo de jovens para o sinistro Camp Redwood.

“1984” é uma verdadeira homenagem aos clássicos filmes slasher dos anos 1980. A temporada abraça sem medo os elementos que marcaram o gênero, com muito sangue, perseguições, mistério e um assassino à espreita, enquanto também aproveita para brincar com alguns dos clichês mais conhecidos do terror.

Ambientada no isolado Camp Redwood, a história reúne um grupo de jovens que chega ao local sem imaginar os perigos que os aguardam. Entre segredos do passado e novas ameaças, “1984” cria uma atmosfera nostálgica e divertida para quem cresceu assistindo aos slashers que dominaram o cinema na década de 1980.

Sinopse

No verão de 1984, Brooke Thompson (Emma Roberts) deixa Los Angeles para trabalhar como conselheira no Camp Redwood, ao lado de um grupo de jovens que se conheceu durante uma aula de dança aeróbica. O que deveria ser uma experiência de verão rapidamente se transforma em um pesadelo quando um assassino começa a perseguir os funcionários do acampamento.

Enquanto tentam sobreviver aos ataques, os jovens descobrem que o Camp Redwood possui um passado sombrio. Ao longo da temporada, segredos e acontecimentos do passado voltam a assombrar os personagens, tornando o acampamento ainda mais perigoso.

3. Murder House

American Horror Story: Murder House, primeira temporada ambientada em uma mansão assombrada
American Horror Story: Murder House apresentou a casa assombrada que marcou o início da antologia criada por Ryan Murphy.

Foi com “Murder House” que Ryan Murphy apresentou ao público o universo de American Horror Story. Logo na primeira temporada, a série colocou uma família dentro de uma casa assombrada e mostrou que o terror poderia ir muito além dos sustos. A trama também aborda temas como infidelidade, conflitos familiares, amor, culpa e perdão, dando mais profundidade aos personagens.

Outro ponto que faz “Murder House” funcionar tão bem é a maneira como as diferentes histórias vão se cruzando dentro da mansão. Conforme a família Harmon descobre os segredos do imóvel, novas peças vão surgindo e mudando a percepção sobre os acontecimentos. Com uma atmosfera sombria, personagens marcantes e boas reviravoltas, a temporada estabeleceu a identidade de American Horror Story e deixou uma marca importante na antologia.

Sinopse

Após enfrentar problemas no relacionamento, a família Harmon deixa Boston e se muda para uma antiga mansão em Los Angeles em busca de um novo começo. O psiquiatra Ben Harmon (Dylan McDermott), sua esposa Vivien (Connie Britton) e a filha Violet (Taissa Farmiga) acreditam que a mudança poderá ajudar a reconstruir a família.

O que eles não sabem é que a casa guarda um passado marcado por mortes e acontecimentos sobrenaturais. Pouco depois da mudança, os Harmons começam a perceber que não estão sozinhos na residência e passam a lidar com espíritos e segredos ligados aos antigos moradores do local.

2. Roanoke

American Horror Story: Roanoke, sexta temporada inspirada na lenda da colônia perdida
American Horror Story: Roanoke aposta em uma narrativa de falso documentário para apresentar uma das histórias mais assustadoras da franquia.

Em busca de uma maneira diferente de contar sua história, Ryan Murphy decidiu mudar completamente a fórmula em “Roanoke”, sexta temporada de American Horror Story. A produção brinca com elementos de found footage e mockumentary, usando o formato de falso documentário e um reality show como ponto de partida para uma história repleta de mistério, violência e sustos.

O formato diferente é justamente um dos grandes méritos da temporada. “Roanoke” consegue brincar com a percepção do público ao apresentar a mesma história sob diferentes perspectivas, deixando sempre a sensação de que algo ainda está para ser revelado. O resultado é uma temporada criativa, imprevisível e, em vários momentos, genuinamente assustadora.

Sinopse

Inspirada na lenda da Colônia de Roanoke, a temporada acompanha o casal Shelby (Sarah Paulson / Lily Rabe) e Matt (Cuba Gooding Jr. / André Holland), que se muda para uma casa isolada no interior de Roanoke, na Virgínia.

Após a mudança, os dois começam a testemunhar uma série de acontecimentos inexplicáveis nos arredores da residência. A história é apresentada inicialmente no formato de um falso documentário, que posteriormente dá lugar a uma nova abordagem narrativa e amplia os mistérios envolvendo a região.

1. Asylum

American Horror Story: Asylum, segunda temporada ambientada no manicômio Briarcliff
American Horror Story: Asylum apresenta uma das temporadas mais elogiadas da franquia, ambientada no sinistro manicômio Briarcliff.

O primeiro lugar do ranking fica com “Asylum”, segunda temporada de American Horror Story. Para muitos fãs, é uma das fases mais marcantes da antologia criada por Ryan Murphy — e não é difícil entender o motivo. A temporada combina uma atmosfera pesada, uma história cheia de reviravoltas e atuações memoráveis, especialmente de Jessica Lange e Sarah Paulson.

Grande parte da história se passa no assustador Manicômio Briarcliff, um lugar onde cada corredor parece esconder um novo segredo. A temporada mistura terror psicológico, elementos sobrenaturais e questões sociais de maneira bastante eficiente, criando uma narrativa que consegue incomodar e prender a atenção ao mesmo tempo. Conforme os episódios avançam, os mistérios envolvendo a instituição, seus funcionários e pacientes tornam Briarcliff um dos cenários mais perturbadores de American Horror Story.

Sinopse

Ambientada na década de 1960, a temporada acompanha a Irmã Jude Martin (Jessica Lange), responsável pelo comando do Briarcliff, ao lado da Irmã Mary Eunice (Lily Rabe) e do Monseigneur Timothy Howard (Joseph Fiennes). A instituição abriga criminosos considerados mentalmente incapazes, mas também esconde segredos que vão muito além de seus pacientes.

Entre os internos está a jornalista Lana Winters (Sarah Paulson), enviada ao manicômio contra sua vontade, enquanto Kit Walker (Evan Peters) é acusado de uma série de assassinatos. A chegada de novos personagens e a presença de acontecimentos sobrenaturais fazem com que Briarcliff se transforme no centro de uma história marcada por violência, paranoia e terror.

Com uma narrativa que explora diferentes formas de horror, Asylum combina suspense, terror psicológico e elementos sobrenaturais em uma temporada que permanece entre as favoritas dos fãs de American Horror Story.


E você, concorda com o ranking? Qual é a sua temporada favorita de American Horror Story? Deixe sua opinião nos comentários.

Felipe Bastos

Felipe Bastos da Silva é jornalista e crítico de cinema brasileiro, fundador e editor do site Cinema & Afins. Atua na cobertura de cinema, séries, games e cultura pop desde 2007, com foco em análises aprofundadas, críticas jornalísticas e reportagens especiais.Ao longo de sua carreira, consolidou o Cinema & Afins como uma das referências brasileiras em jornalismo de entretenimento, oferecendo conteúdo confiável, detalhado e com curadoria profissional. Felipe também produz listas, coberturas de estreias e artigos analíticos sobre a indústria audiovisual.

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